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SOLIDÃO AMESTRADA 

Coloquei a coleira na solidão

depois fui passear

com ela no caminho

como quem passeia um cão.



Escrito por Mor às 17h31
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com pedrinhas, com pedrinhas de brilhantes
só pro meu, só pro meu amor passar...



Escrito por Mor às 15h09
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sobre o começo da paixão:

"Oh, Deus, eu não conheço felicidade tão grandiosa quanto o momento de lançar-me num novo amor.

Eu nado no céu. Flutuo. Sinto meu corpo repleto de flores. Flores com dedos me acariciando profundamente.

São faíscas, jóias, tremores, tonturas, e que tonturas... Música que brota do meu ser, embriaguês...

Fecho os olhos e relembro a fome, a fome de mais, e mais, a maior das fomes, cheia de voracidade e sede."

Anaïs Nin



Escrito por Mor às 12h54
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(das verdades constatadas)

"Presta atenção, querido:
De cada amor, tu herdarás só o cinismo"...

ai, ai...



Escrito por Mor às 18h43
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A partir de hoje sou uma moça que dorme cedo.



Escrito por Mor às 14h51
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.
meio tom abaixo do silêncio.

um sussuro em teus cabelos.

teu corpo:
garras fincadas no cio
dos meus olhos.

pleno.

anis embebida
na verde essência
de tua maturidade.

uma jarra de licor?
um baque?
uma língua no pescoço?

que tremor
violaria
teu lacre?

uma eternidade?
um grito de horror?
um saque?

.
Poeminha de amor bombástico ::: Johnny Martins



Escrito por Mor às 20h54
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Paciência

Porque às vezes nos sentimos cansados, fadados a nos render a rotina que mata. Hoje me peguei assim, cansada do trabalho, de saco cheio daquele ônibus, daquela mesma horinha de sempre... hunf, hunf.

Tem hora que nos falta paciência também com pessoas. Ah, pessoas, são difíceis de lidar... principalmente quando estamos nesses dias, impacientes, embora sejam adoráveis.

Adoro gente, gente na rua, gente no ônibus, gente-carona, gente-supermercado, gente-amiga-de-gente-da-gente, gente com um quê de diferente, um sem fim de gente. É engraçado como você pode gostar tanto de pessoas e ao mesmo tempo cansar delas. Isso me lembra uma certa entrevista que li de Ortinho, ele dizia ser um hipocondríaco de pessoas. Achei estranha a colocação, mas logo depois vi um sentido nisso. Por gostar tanto delas, precisamos renová-las. Abastecer o estoque. Não se trata de procurar em guetos, a turma tal, que sai com tal, que freqüenta tal, isso nunca rola comigo. Gosto de gente. Independente de guetos.

Hoje vou tentar ser mais paciente com a moça insossa do posto, com meu chefinho que liga no meio da tarde com uma novidade qualquer, com a coordenação que sempre vem no final do expediente das quartas, com as oscilações dos colegas de trabalho... hahaha,  com o cachorro, com o vizinho,  e não tenho porquê reclamar! Vou levantar as mãos pro céu a agradecer por todos eles.  Porque relações humanas vão tão além do que a gente imagina ou possa prever. E ainda bem que é assim!

Quanto ao resto,

passo firme, olhar pra frente e seguir. Coragem pra mudar.

♪ “E não há, o que lamentar, quando chega o fim do dia...” ♪

Salve, salve Arnaldo Antunes!



Escrito por Mor às 19h18
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Apaixonar-se...

 

Sentou-se do lado direito, como o faz sempre. Olhou pela janela do ônibus e viu um dia cinza, “não haveria promessa...”, pensou.

Cruzaram-se numa das seções da livraria, ela procurava o livro daquela escritora paulista, bacana, estava disposta a ler as primeiras linhas ali mesmo... olharam-se, de um jeito que só os amantes se fazem compreender, e ela teve aquela sensação de calafrio n’alma. Suas mãos se tocaram um instante, arrepio.

Conversaram trivialidades, ela tinha clareado o cabelo, passou a mão por trás da orelha, de leve, e o prendeu um pouco. Sorrisos.

Ele acendeu um cigarro. Passearam em lentos passos.

Sentados, ele tamborilava coisa qualquer na mesa. Ela exalava ainda mais o perfume feminino, doce. Ele tomou um chope, ela água.

Despediram-se com um abraço eufórico e triste, e aquela incerteza no olhar. Ele ficou com o cheirinho dela. Ligaria qualquer dia, talvez...

 



Escrito por Mor às 17h14
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Escrito por Mor às 19h25
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Adeus

Dor. Tristeza. Falta. Vazio. Saudades.

Ela que, às vezes, vem sem avisar. Sem dar sinais.

Vovô: você foi meu pai, meu maior  incentivador,

minha principal referência na vida. O responsável pelo o que em mim é imperecível.

A mão que tão cuidadosamente me cuidou, os braços que tão generosamente me acolheram.

Obrigada pela educação que me deu, pelo caráter, pela força incansável, pelo o que sou hoje.

Quem sabe um outro outro dia, em sorrisos alegres, abraços abertos, e olhares menos duros

eu possa dizer-te,  te amo.

Obrigada.

+ 10/06/09.



Escrito por Mor às 18h46
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Presente de amigo querido:

M Maiúsculo


Na palma da mão da cigana
a letra de tudo que no mundo assombre:
Mistério, Mulher,
Montanha, Mar
E as curvas do teu nome:
Morgana

M Maiúsculo ::: Johnny Martins]

=]

Mais: http://causadoria.blogspot.com/



Escrito por Mor às 16h04
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Lista de filmes para assistir,

sobre melhores mães:

Mamãe é de morte [comédia/1964]

    Duas mulheres [c/ Sophia L.]

Psicose [1960] Alfred Hitchcock realiza a famosa cena do chuveiro.

Réquiem para um sonho [2000]

  Mamãezinha querida [1981] Cinema Camp

Tudo sobre minha mãe [1999] Almodóvar.

 outros clássicos:

Laranja mecânica [Stanley Kubrick] Livre-arbítrio

Clube da luta [Crítica ao hedonismo da sociedade ocidental]



Escrito por Mor às 17h50
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Blá Blá Blá

Confesso que não consigo manter o blog atualizado.

Desconfio que tenha uma pouco de medo de incidir no mesmo mote. Também, não curto ter a sensação de dever cumprido. Gosto de fazê-lo por prazer.

Não é raro me lembrar de como é gostoso aparecer por aqui. Mesmo que de vez em quando.

 Poderia falar de várias coisas hoje, de amigos surtados, do carnaval chuvoso de Recife, da poesia do samba, e de como faz bem sambar na chuva, da pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Roussef, e a simpatia do partido por ela, dos amigos queridos que aparecem e te estendem a mão quando você menos espera, de como é gostoso ver um vídeo antigo de Chico e Caetano, este último com àquela cabeleira toda, cantando Tatuagem, sentado no chão, do desespero e da desesperança que às vezes nos abate, das oscilações do ser-humano, da luz que aparece ao raiar do dia, da força da palavra, de saudades, de espera...

Como não me vem nada relevante, fico por aqui.  



Escrito por Mor às 20h39
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.: Não, não importa como foi. Esqueçamos a parte ruim. 

 Ainda posso sentir teu toque, tua temperatura corporal, o cheiro da pele, tua língua, teus beijos e abraços, tua doce e encantadora companhia. :.

 



Escrito por Mor às 19h23
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 [that afternoon]

  

- Mas me fala, você está namorando?

- Não, não Mor e você?

- Não.

 

Nesse momento fiquei pensativa:

 

- E sabe, também não tou afim de encontros casuais [...]  sei lá, acho que é fase mesmo, ou então...

- Ah Mor, eu também não estou afim não sabe...

-É, acho que  minha fantasia de mulher maravilha já não me serve.

 

Ele, olhando malicioso para mim:

 

- Hum, acho que serve sim...

 

Eu, completamente sem graça:

...

 

=)



Escrito por Mor às 18h00
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